Código deontológico

5.1) Entendemos que a vocação pastoral é, por natureza, um exercício de autoridade e não de poder. Deve-se viver e liderar pelo exemplo e pelo serviço, e não pela força do cargo que se exerce (Marcos 10:43-44; I Timóteo 4:12).

5.2) O seu relacionamento com Deus deve traduzir-se em relações saudáveis na família, sociedade e igreja ( ITimóteo 3:12, II Timóteo 2:14-26).

5.3) Os eventuais rumores a respeito do pastor devem ser abordados na rede para acompanhamento e resolução adequadas.

5.4) O pastor e o seu núcleo familiar devem ser cuidadosos quanto à sua saúde psicológica, física e espiritual, mantendo estas dimensões das suas vidas recetivas à contribuição de outros.

5.5) O pastor, ou outro representante institucional da comunidade local, não deve usar a sua esfera de influência para promover posições político-partidárias.

5.6) No caso de o pastor ter necessidade de assumir outra atividade profissional, essa possibilidade deve ser considerada com a igreja local e a rede.

5.7) O pastor deve levar uma vida de transparência e integridade, prestando contas à sua igreja local e à rede.

5.8) O pastor deve estar comprometido com o seu crescimento pessoal e a sua formação.